13/06/2018 | Litoral Sul FM | Sem Comentários



A Secretaria Municipal de Saúde e Prevenção (Semsap) vem a público prestar esclarecimentos sobre o atendimento a um jovem, que faleceu nesta terça-feira (12), no Hospital Regional do Litoral.

O paciente passou pela UPA no dia 8, ou seja, 4 dias antes de vir a óbito, relatando cefaléia (dor de cabeça).

Houve o devido atendimento e após medicação ele foi liberado, já sem dor e seu quadro clínico não apresentava sinal de gravidade.

Em 29 de maio ele já tinha passado pela unidade e os mesmos procedimentos foram tomados.

Vale lembrar que, ao contrário do publicado nas redes sociais e numa emissora de TV local, foram apenas duas passagens pela UPA.

Depois do dia 8 o paciente passou pelo Hospital Regional do Litoral pela primeira vez em 10 de junho, sendo liberado no mesmo dia.

Nesta segunda-feira ele voltou para a casa hospitalar, sendo internado e falecendo nesta terça-feira.

Mais esclarecimentos sobre as circunstâncias que levaram à morte do paciente devem ser prestados pelo próprio Hospital Regional do Litoral.

Vale destacar que o papel da UPA é fazer atendimento de urgência e emergência, realizando a estabilização do paciente e, se houver necessidade, fazer o devido encaminhamento para uma unidade hospitalar.

Já no Hospital Regional do Litoral há médicos especialistas para prestar atendimento e também equipamentos, como tomógrafo, ou seja, as condições estruturais e de profissionais muito superiores.

Mesmo não sendo responsabilidade da UPA a Semsap vai abrir inquérito administrativo para apurar o caso e está disponível para prestar os devidos esclarecimentos.

Também aproveita para se solidarizar à família do paciente.

A Semsap lamenta ainda a forma sensacionalista como o jornalista de uma emissora de televisão de Paranaguá tratou o caso, sem o devido cuidado com a família da vítima, com os profissionais que atuam na UPA e com a imagem dos envolvidos, tentando implicar na unidade, no secretário municipal de Saúde, Paulo Henrique de Oliveira, e no prefeito Marcelo Roque, fazendo julgamento antecipado de forma irresponsável.

 

SECOM

Marcos Rogério/Litoral Notícias