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Imagem: Prefeitura de Paranaguá
Paranaguá consolida Plano Municipal da Mulher 2026–2029
Plano reforça compromisso da gestão do prefeito Adriano Ramos com os direitos, a proteção e a autonomia das mulheres em Paranaguá
Por Redação
03 de Março de 2026 às 14:40
A Prefeitura de Paranaguá, sob a gestão do prefeito Adriano Ramos, consolidou pela primeira vez o Plano Municipal dos Direitos da Mulher (2026–2029), que define diretrizes, metas e estratégias para orientar as políticas públicas voltadas às mulheres nos próximos quatro anos.
O documento reúne as deliberações da III Conferência Municipal da Mulher, realizada em 30 de junho de 2025, e foi construído com participação de representantes do Poder Público, da sociedade civil e do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, alinhando a administração municipal a uma agenda permanente de promoção da igualdade de gênero.
A Secretaria Municipal da Mulher, Desenvolvimento Social e Igualdade Racial destaca que o Plano representa um marco histórico para Paranaguá ao transformar as demandas discutidas com a população em um instrumento de planejamento estratégico, com ações integradas, metas e mecanismos de controle social, dentro da atual gestão.
Segundo a secretária, “esse documento não é apenas um conjunto de metas, é um compromisso concreto com cada mulher”, construído a partir de diálogo, escuta e participação popular.
A vice-prefeita Fabiana Parro ressalta que o objetivo do governo municipal é “transformar direitos em ações efetivas”, garantindo mais autonomia, oportunidades e proteção às mulheres parnanguaras e ampliando sua participação nos espaços de decisão.
A primeira-dama Patrícia Bamvakiades Ramos afirma que a consolidação do Plano “significa mais que um documento, é um compromisso” com a promoção da igualdade de gênero, com os direitos humanos e com uma cidade mais justa para todas.
Técnicas e gestoras envolvidas na construção do Plano explicam que se trata de um instrumento “vivo”, que pode ser ajustado conforme a realidade do município, permitindo que a gestão aperfeiçoe continuamente as políticas para as mulheres.
Entre os objetivos, estão enfrentar desigualdades históricas, tratar a perspectiva de gênero de forma transversal em todas as políticas públicas, estabelecer metas monitoráveis e fortalecer a autonomia das mulheres sobre suas vidas e corpos.
O Plano também organiza a rede de proteção às mulheres em situação de violência, alinhado à Lei Maria da Penha, envolvendo Guarda Municipal, Polícia Militar, Ministério Público, Judiciário e serviços especializados, com foco em atendimento humanizado e padronizado. Além disso, prevê ações para autonomia econômica, inclusão de diferentes realidades sociais e fortalecimento do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher no acompanhamento das políticas públicas.
O documento está estruturado em seis eixos estratégicos: democracia (participação e governança feminina em espaços de poder), trabalho (equidade salarial e autonomia econômica), territórios (espaços livres de violência e redes qualificadas de atendimento), direito ao território e sustentabilidade (valorização de mulheres tradicionais e acesso à moradia), educação não sexista e cultura para a igualdade, e saúde integral e bem-estar da mulher, com atendimento humanizado em todo o ciclo de vida.
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