30/01/2020 | Litoral Sul FM | Sem Comentários



A previsão da Prefeitura de Paranaguá é iniciar a entrega dos talões de IPTU a partir de 12 de fevereiro. O material está sendo impresso e a distribuição para os 46.101 imóveis será feita pela Secretaria Municipal da Fazendo, por meio dos Correios, diretamente na casa do contribuinte, como ocorreu no ano passado.

Assim que começar esse serviço de distribuição também será disponibilizada a emissão de boleto para pagamento pela internet, por meio de download, no site da Prefeitura de Paranaguá (www.paranagua.pr.gov.br).

“É importante manter em dia o pagamento do IPTU, que é um imposto que retorna em serviços para a comunidade. Estamos fazendo de tudo para diminuir a inadimplência deste tributo, importantíssimo para os cofres da Prefeitura”, destacou o prefeito Marcelo Roque.

Em 2020 serão duas cotas únicas com descontos para pagamento à vista. Com 12% o vencimento será em 31 de março. Para a margem de 5% a data para pagamento será 29 de abril.

Quem optar pelo pagamento parcelado, em até seis vezes, com parcela que não pode inferior a R$ 50, o primeiro vencimento será também em 29 de abril.

PORQUE PAGAR IPTU?

A sigla IPTU é usada para identificar o Imposto Predial e Territorial Urbano, voltado para quem possui imóvel no município, seja ele casa, apartamento, sala comercial, terreno, por exemplo, tanto para pessoa física ou jurídica.

Trata-se de um tributo utilizado em prol da própria comunidade, sendo que por determinação da Constituição Federal 25% da arrecadação de IPTU tem que ser investido em Educação e 15% com Saúde.

O restante dos recursos arrecadados pode ser utilizado em investimentos, em várias áreas, como infraestrutura, pavimentação, asfaltamento de ruas e estradas, iluminação, programas sociais, dentre outros.

A falta de pagamento de IPTU acarreta, de acordo com o secretário municipal da Fazenda, Maurício Coutinho, dentre outros consequências, “multa, cobrança de juros e inscrição na dívida ativa, com instauração de processo de execução fiscal, que em última consequência, pode levar o imóvel a leilão”.

 

SECOM

Marcos Rogério/Litoral Notícias