29/11/2017 | Litoral Sul FM | Sem Comentários



Na tarde desta terça-feira, 28, a coordenação da Festa Estadual de Nossa Senhora do Rocio apresentou os resultados da festividade e salientou que o evento religioso contou com mais de 500 mil pessoas que passaram pelo Santuário da Padroeira do Paraná de 4 a 19 de novembro.

“Fizemos uma avaliação muito positiva da festa, tanto na área comercial, quanto cultural e principalmente na questão religiosa que é nossa área prioritária.

O evento trouxe milhares de pessoas ao Santuário e contou com a maior Procissão Solene da história de Paranaguá, no dia 15 e de Retorno no dia 16”, avalia o reitor do Santuário, padre Joaquim Parron.

O missionário redentorista destaca a valorização do turismo religioso e a intenção de acrescentar novos eventos mensalmente no Santuário do Rocio.

“Contamos com o apoio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e a Prefeitura de Paranaguá como um todo.

Percebemos o impacto na movimentação no município, com o comércio sendo movimentado, hotéis cheios, farmácias, postos de combustíveis, taxistas, entre outros segmentos que tiveram resultado positivo graças a movimentação nesse período de festa”, lembra padre Parron.

O religioso afirma que a partir de março haverá ainda mais promoção do turismo religioso através de romarias aos terceiros sábados e domingos de cada mês.

“Estamos em conversação com o Secretaria Municipal de Cultura e Turismo e também com a Secretaria Estadual para que nessa parceria cada um faça sua parte e atraia mais turistas ao município, para que eles passem também pelo comércio local e pelas belezas que Paranaguá possui”, ressalta.

O coordenador da Festa do Rocio, Milton Araújo avaliou como positivo o resultado da festividade.

“A festa foi maravilhosa e acredito que bateu recorde de público, com mais de 500 mil pessoas, passando pelo Santuário.

Em termos da parte comercial, lembramos que o Santuário alcançou lucro de pouco mais de R$485 mil, contudo observamos que mensalmente, há custos de cerca de R$ 70 mil, com energia, água, telefone, quadro de funcionários, manutenções, entre outros”, observa.

 

Fonte: SECOM/Jornalista Flavia Adans