19/04/2018 | litor6br | Sem Comentários



Jô Soares foi entrevistado pelo “Programa do Porchat”, na Record TV, na noite de segunda-feira. Longe da televisão desde dezembro de 2016 e sem contrato com a Globo desde o fim do ano passado, Jô confessou que não lamenta por estar longe das câmeras. “Não sinto falta de estar na TV. Se eu quisesse, eu teria continuado. Foram 15 mil entrevistas.”
No bate-papo com Fábio Porchat, ele foi questionado sobre a liberdade de fazer humor e disse: “O politicamente correto é uma bobagem”. O apresentador lembrou ainda seus antigos trabalhos e falou sobre sua volta ao palcos.

FAMÍLIA TRAPO
“O que [o comediante Ronald] Golias tinha de talento, ele tinha de insegurança. Essa é a condição de nós, artistas. A gente pode se preparar e ter um controle, mas a insegurança vai estar.”

JÔ SOARES ONZE E MEIA
O apresentador lembrou os tempos em que trabalhou no SBT, entre 1988 e 1999, comandando o “Jô Soares Onze e Meia”, atração que, apesar do título, costuma ir ao ar depois da meia-noite. “Não fui [para o SBT] por dinheiro, fui para fazer o programa da minha vida e que tivesse a ver comigo. Não saí infeliz da Globo, mas queria fazer um programa de entrevistas. E o Silvio Santos é uma pessoa maluca. Ele me ligou e me chamou para conversar. Topei.”

VOLTA AOS PALCOS
Com estreia marcada para 5 de maio, no Tuca, teatro do bairro de Perdizes, em São Paulo, Jô atuará na peça “A Noite de 16 de Janeiro”, da russa Ayn Rand. “Não subo no palco ao lado de outros atores há 30 anos. Tem um elenco de 15 pessoas. Eu estou lá pra fazer parte daquela trupe. Meu papel é muito pequeno, quase não existe. Faço o juiz que dá o veredicto da história”, disse ele, contando que vai adaptar, dirigir e atuar no espetáculo.

Fonte: Revista Quem.