26/04/2018 | Litoral Sul FM | Sem Comentários



A Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semma) tem realizado trabalho de recolhimento de cavalos soltos ou mantidos em locais inapropriados como amarrados próximo a rodovias. Além de sofrerem maus tratos, animais de grande porte soltos podem causar acidentes.

Na tarde desta terça-feira, 24, uma equipe da Semma acompanhada de guardas civis ambientais e do vereador Thiago Kutz, realizou ação de recolhimentos de cavalos em Paranaguá. “Quando encontrados em local inadequado ou solto nas vias de Paranaguá, os cavalos são recolhidos e encaminhados pra Semma. Caso o responsável pelo animal não apareça dentro de cinco dias, eles são encaminhados para adoção”, informa o secretário municipal de Meio Ambiente, Raphael Rolim de Moura.

Para adotar é necessário protocolar o pedido na Prefeitura de Paranaguá. “Após esse processo, os fiscais da Semma vão até a casa ou chácara da pessoa interessada para verificar se há condições de adoção”, explica o secretário. O cavalo adotado não pode ser utilizado para puxar carroças.

Algumas verificações são necessárias caso o tutor compareça no prazo de até cinco dias na Secretaria para recuperar o animal. “Quando o responsável nos procura após a apreensão do animal, os fiscais vão até a casa dele para verificar quais eram as condições do cavalo, conversam com o proprietário e se há condições de criação é aplicada uma multa e o cavalo é devolvido. Caso contrário, o cavalo vai para adoção”, salienta Raphael Rolim de Moura.

O vereador e membro da ONG Amigos protetores, Thiago Kutz acompanhou a ação. “As ações estão sendo tomadas com maior efetividade no sentido de recolher todos esses cavalos que estão na beira das estradas. Mesmo aqueles que não estejam soltos estão deixados nesses pontos de forma irregular, pois o Código Ambiental diz que é proibida essa prática”, observa o vereador. Para ter um cavalo é necessário possuir um espaço adequado para serem mantidos.

“Infelizmente temos tido alguns casos de acidentes envolvendo cavalos soltos nas beiras de estradas, inclusive com óbito de pessoas e dos animais. É uma união de esforços entre o Poder Executivo e o Legislativo somando forças para que consigamos chegar a uma solução para que o animal esteja com seu bem-estar preservado e que tenhamos certeza de que o cidadão parnanguara não corra o risco de morte por se envolver em um acidente envolvendo um animal de grande porte”, destaca Thiago Kutz.

 

Elisio Jr / Litoral Notícias

Jornalista: Flávia Adans