O Paraná lidera o país em doação de órgãos, mas ainda enfrenta uma fila significativa de pacientes que aguardam por transplantes.
Em 2025, o Brasil realizou 31 mil transplantes e ficou na segunda posição mundial entre os países que mais realizam esse tipo de procedimento.
Mesmo com os avanços, quase 80 mil pessoas continuam esperando por um doador. Entre os órgãos sólidos, cerca de 48 mil pacientes aguardam por transplantes de coração, pulmão, rim ou fígado.
O rim é o órgão mais procurado pelos pacientes que estão na fila. Já os casos de maior urgência estão principalmente relacionados a coração e fígado, quando a gravidade da doença pode fazer com que o transplante seja decisivo para a sobrevivência.
No Litoral do Paraná, quem deseja ser doador voluntário deve comunicar claramente essa decisão aos familiares.
No Brasil, a doação de órgãos após a morte depende da autorização da família. Por isso, é importante que os parentes conheçam e respeitem a vontade da pessoa que deseja doar.
Os moradores da região podem procurar o Hospital Regional do Litoral, em Paranaguá, para receber orientações sobre o processo de doação.
Outra opção é buscar informações com a Central Estadual de Transplantes do Paraná, responsável por coordenar as ações de doação e transplantes no Estado.
Mais importante do que portar uma identificação de doador é conversar com os familiares e deixar clara a vontade de realizar a doação.
Em caso de dúvidas, a Central de Transplantes do Paraná orienta a população pelo telefone (41) 3304-1900.
A doação pode beneficiar várias pessoas que aguardam por um transplante e, em muitos casos, representa uma possibilidade de continuidade da vida para pacientes que dependem de um órgão compatível.