“O fármaco demonstrou impacto direto na sobrevida dos pacientes mais graves, algo que não víamos com os tratamentos anteriores”, afirmou.
“Muitas vezes o paciente só consegue um diagnóstico preciso depois de muito tempo, o que agrava a situação clínica”, explicou.
“Com esse medicamento, podemos retirar pessoas da fila de transplante e devolver a elas uma vida ativa. É uma forma mais racional de usar os recursos públicos.”
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