"Eu acredito que nesse momento que estamos vivendo do PL, principalmente essa união entre o OGMO, os trabalhadores, a oportunidade que nós temos de fortalecer os nossos vínculos e juntos construirmos uma mão de obra que tenha qualidade, que tenha eficiência e que venha a competir nos portos em alto nível, contribuindo para o desenvolvimento da atividade portuária. E é só assim que a gente vai conseguir superar todos esses desafios que a gente tem de mudança na legislação", pontuou.
"Então, trabalhamos aqui sim, no OGMO, para que a gente traga essa qualidade e essa eficiência na mão de obra, porque eu acredito que somente assim a gente consiga permanecer essencial no desenvolvimento da atividade portuária", finalizou Shana Bertol.
“A gente repara hoje uma mudança de pensamento, uma mudança de comportamento com relação ao trabalhador e ao nosso OGMO. Hoje, quem acompanha e vê o trâmite do PL que está em Brasília está sentindo um vazio no peito ao sequer imaginar que o OGMO possa ser extinto, porque a lei propõe isso. A lei propõe a extinção do OGMO praticamente quando remete o trabalhador para ser requisitado nas empresas de prestação de trabalho portuário. Então, hoje, muita mentalidade até mesmo de nós, trabalhadores, com relação ao OGMO, está mudando e quem ainda não mudou precisa mudar. Por quê? Porque, sem essa instituição que hoje o OGMO representa, o trabalhador também desaparece e desaparecem seus direitos", destacou.