“Não basta resgatar: é preciso orientar e conscientizar. Em casos graves, retiramos o animal, mas nosso foco é também mudar a postura dos tutores”, explica Chris.
“Será uma forma de aproximar a assistência veterinária das comunidades mais distantes, garantindo consultas e acompanhamento preventivo”, explica a secretária.
“Carinho e atenção também são remédios. Quem gosta de animais, mas não pode adotar, pode vir e contribuir de outras formas. O importante é não ficar indiferente”, conclui a secretária.