“Pensar as demandas da população em situação de rua é um tema muito complexo, que envolve várias variantes. A assistência social, sozinha, não dá conta de atender todas as necessidades. Por isso, buscamos esforços junto a outras secretarias e entidades para construir intervenções mais eficazes”, afirmou.
“A assistência social, por si só, não consegue atender todas as demandas que envolvem a população em situação de rua. Este comitê nos permite unir forças com saúde, trabalho, esporte, cultura e a sociedade civil, para pensar de forma coletiva e mais eficaz as ações necessárias. É um avanço para garantirmos direitos e buscarmos soluções reais”, afirmou Carolina.
“É essencial que o município pense políticas intersetoriais, construídas junto com os próprios usuários. O objetivo não é apenas tirá-los da rua, mas também tirar a rua de dentro deles, oferecendo dignidade e condições reais de reconstruir suas vidas”, disse.