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Paraná cria IA para prever e evitar revitimização de mulheres vítimas de violência

Apresentado pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp), o aAlgoritmo de Revitimização de Violência Doméstica visa mapear as probabilidades de uma mulher que já sofreu agressão ser vitimada novamente

Por Redação
02 de Dezembro de 2025 às 09:17

O Paraná está desenvolvendo uma ferramenta tecnológica inédita no Brasil que utiliza a Inteligência Artificial (IA) para proteger mulheres vítimas de violência doméstica. Apresentado pela Secretaria Estadual da Segurança Pública (Sesp), o Algoritmo de Revitimização de Violência Doméstica visa mapear as probabilidades de uma mulher que já sofreu agressão ser vitimada novamente.

O projeto de IA cruza mais de 15 milhões de informações, analisando dados de Boletins de Ocorrência Unificados (de 2010 a 2023) e o Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).


A tecnologia tem como principal objetivo subsidiar as polícias paranaenses com ações preventivas mais efetivas, qualificando o atendimento e ampliando a rede de proteção.

"A tecnologia trará muitos benefícios. Iremos ampliar a capacidade que temos de prever uma possível reincidência do agressor, qualificar o atendimento policial e, o principal, que é ampliar a nossa rede de proteção às mulheres em situações de violência," afirmou o secretário da Segurança Pública, Hudson Leôncio Teixeira.

O algoritmo considera diversos fatores de risco para gerar um índice de 0 a 1 que demonstra o nível de perigo de uma nova agressão. Entre os fatores analisados estão:

  • Se o casal tem filhos.
  • Dependência financeira da vítima em relação ao agressor.
  • Situação de desemprego ou dificuldades financeiras do agressor.
  • Acesso a armas de fogo pelo agressor.



O cruzamento de dados será visualizado em um dashboard e norteará o trabalho das forças de segurança, permitindo uma resposta mais rápida e direcionamento de efetivo para os casos considerados de alto risco.

A capitã Carolina Ferraz Zancan, coordenadora estadual da Patrulha Maria da Penha, destacou que o projeto-piloto possibilitará o direcionamento de esforços para os casos mais graves: "A violência contra a mulher tem muitos padrões bem definidos e o algoritmo traz um score (pontuação). O mais importante é que nenhuma mulher em situação de alto risco fique desprotegida."

O desenvolvimento do algoritmo é uma parceria do Centro de Análise, Planejamento e Estatística (Cape/Sesp) com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID), e o ciclo de desenvolvimento da tecnologia seguirá ao longo de 2026. A ferramenta atuará como um subsídio estatístico, mas não substituirá a avaliação humana e o atendimento caso a caso dos agentes envolvidos.

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