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Imagem: Governo do Estado do Paraná
Paraná bate recorde e segue líder na produção de peixes no Brasil
Estado alcança 273 mil toneladas em 2025 e amplia vantagem sobre outros produtores
Por Redação
26 de Fevereiro de 2026 às 09:22
O Paraná fechou 2025 com um novo recorde na criação de peixes: foram 273 mil toneladas de pescados, o que representa um aumento de 9,1% em relação ao ano anterior e garante ao Estado 27% de toda a produção nacional de peixes de cultivo.
Segundo o Anuário Brasileiro da Piscicultura 2026, lançado nesta semana, o Paraná mantém a ponta com larga folga em relação ao segundo colocado, São Paulo, que produziu 93,7 mil toneladas em 2025, seguido por Minas Gerais (77,5 mil t), Santa Catarina (63,4 mil t) e Maranhão (59,6 mil t).
No cenário nacional, o Brasil ultrapassou pela primeira vez a marca de 1 milhão de toneladas de peixes cultivados, chegando a 1.011.540 toneladas em 2025, crescimento de 4,41% na comparação com 2024; em dez anos, a atividade avançou 58,6% no País.
A tilápia é o grande motor do setor tanto no Paraná quanto no restante do Brasil, e o Estado lidera também esse segmento, com 273,1 mil toneladas somente dessa espécie. Atrás aparecem São Paulo (88,5 mil t), Minas Gerais (73,5 mil t), Santa Catarina (52,7 mil t) e Mato Grosso do Sul (38,7 mil t); no total, o País produziu 707.495 toneladas de tilápia, o maior volume da última década.
O anuário destaca que o Paraná vem atraindo investimentos cada vez mais robustos para a piscicultura, impulsionados principalmente pela participação de grandes cooperativas, que dão outra dimensão ao negócio. O modelo de integração ganha espaço e atrai mais produtores, enquanto a produção independente ligada a pequenos frigoríficos perde força ao longo do tempo.
“Além de todos os fatores favoráveis ao crescimento forte e constante da atividade, também é preciso manter a atração de investimentos em inovação, certificação e abertura de novos mercados internacionais”, aponta a publicação.
Na exportação, a piscicultura brasileira movimentou 60 milhões de dólares em 2025, alta de 2% em valor, apesar da queda de 1% no volume embarcado, que passou de 13.792 para 13.684 toneladas. A tilápia respondeu por 94% das vendas externas, seguida por tambaqui e curimatás.
O Paraná segue como maior exportador brasileiro de tilápia, responsável por 50% do total, com 28 milhões de dólares em 2025. Em seguida aparecem São Paulo, com 16 milhões de dólares (29%), e Mato Grosso do Sul, com 10,7 milhões de dólares (19%).
Mesmo com o aumento de tarifas, os Estados Unidos permaneceram como principal destino das exportações da piscicultura nacional, absorvendo 87% do valor (52 milhões de dólares). Canadá e Peru respondem por 4% cada, China por 2% e Vietnã por 1%; o ano também marcou a entrada de 21 novos mercados, entre eles o México, segundo maior importador de tilápia nas Américas, atrás apenas dos Estados Unidos.
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