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Imagem: Governo do Estado do Paraná
Porto de Paranaguá concentra 70% das exportações brasileiras de óleo de soja no 1º trimestre
Terminal paranaense amplia participação no mercado externo e mantém alta na soja em grão
Por Redação
22 de Abril de 2026 às 09:23
O Porto de Paranaguá respondeu por 70% de todo o óleo de soja exportado pelo Brasil entre janeiro e março de 2026, segundo dados do Comex Stat, sistema federal que monitora o comércio exterior. No período, saíram pelo terminal 386,3 mil toneladas do produto, volume 38% maior que no mesmo trimestre de 2025, quando foram embarcadas 280 mil toneladas. Os principais destinos do óleo de soja estão concentrados em países da Ásia e da África.
Em março, a participação de Paranaguá foi ainda maior: 75,3% das exportações nacionais de óleo de soja, com 135 mil toneladas embarcadas em um único mês.
A soja em grão também teve forte desempenho e foi a commodity que mais cresceu nos portos paranaenses no primeiro trimestre de 2026. Foram 4,6 milhões de toneladas exportadas, o equivalente a uma em cada cinco toneladas da soja enviada pelo Brasil ao exterior. Esse volume representa alta de 12% em relação ao mesmo período do ano passado, quando o total foi de 4,1 milhões de toneladas.
“O nosso controle de qualidade e toda a dinâmica operacional garantem o reconhecimento internacional e a busca constante do mercado pelos portos paranaenses”, afirmou o diretor-presidente da Portos do Paraná, Luiz Fernando Garcia.
O farelo de soja também se destacou, com 1,3 milhão de toneladas exportadas no trimestre, o que corresponde a 25,6% do volume nacional, segunda maior participação do País, apesar de uma leve queda frente a 2025. Somente em março, foram 700 mil toneladas embarcadas, principalmente para a Ásia e a Europa, equivalente a mais de 30% das exportações brasileiras do produto.
No total, os portos do Paraná movimentaram 16,7 milhões de toneladas entre janeiro e março. Houve queda nas exportações de açúcar, influenciada pela baixa nos preços internacionais e pelo aumento dos estoques globais. A venda externa de milho também recuou, já que parte maior da safra vem sendo direcionada ao mercado interno para produção de etanol, alternativa ao combustível de origem fóssil.
O cenário internacional, marcado por tensões geopolíticas como o conflito entre Estados Unidos e Irã, começou a afetar ainda a importação de fertilizantes. No primeiro trimestre de 2025 haviam sido importadas 2,7 milhões de toneladas desses insumos, número que caiu para 2,2 milhões de toneladas em 2026.
Em contrapartida, a importação de malte aumentou 227%, enquanto a de cevada cresceu 10% no período. Já os derivados de petróleo registraram alta de 9% nas compras externas em relação ao ano passado.
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