
"A gente resolveu trazer todos os CRAS atendidos, Serviço de Convivência e os grupos que acontecem nos CRAS para falar sobre os tipos de violência, como denunciar, onde ir e com quem falar. Trouxemos as crianças e os adolescentes atendidos nos CRAS para trocar experiências e informações. Essa rede de proteção precisa estar unida o ano todo, envolvendo educação, saúde, entidades, projetos da cidade, Nucria e Conselho Tutelar".
"Momentos como esse são essenciais para divulgar a campanha do Maio Laranja e debater sobre as formas de violência e denúncia. É importante que as pessoas não fiquem caladas. Qualquer situação de violência precisa ser comunicada às autoridades para que haja proteção às crianças e adolescentes".
"Essa troca de experiências é muito importante porque a maioria dos crimes acontece na clandestinidade, dentro da própria casa e sem testemunhas. A polícia e toda a rede de proteção precisam que a sociedade denuncie. Eventos como este dão a força necessária para que os cidadãos se sintam encorajados a agir".










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