
"Nós estamos ensinando pela primeira vez esse tipo de curso. É preciso entender a linguagem da pessoa surda porque ela tem direito à comunicação e à informação. A Guarda Municipal precisa aprender para que essas pessoas tenham acesso aos serviços e possam ser atendidas quando precisarem", explicou.
"Sou casado com uma pessoa surda e conheço bem as dificuldades que existem quando precisam pedir informações ou acessar serviços públicos. Se houver alguém que saiba ao menos um pouco de Libras para orientar, isso faz muita diferença", afirmou.
"Em turma de formação é a primeira vez. Em Curitiba, já ministrei instruções para agentes, mas com uma turma em formação essa experiência acontece pela primeira vez aqui em Paranaguá", destacou.




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