
“A doação pode ocorrer de duas formas: quando há a parada cardíaca, permitindo apenas a doação de tecidos, e quando ocorre a morte encefálica, como no caso de Maria Cecília, permitindo a doação de múltiplos órgãos, pois o coração segue sendo mantido por suporte artificial”, esclareceu Castillo.
“Nosso papel é oferecer apoio nesse momento difícil, garantindo que eles tenham todas as informações sobre o processo. É uma escolha delicada, mas que pode transformar a vida de outras crianças que aguardam um transplante”, destacou a profissional.
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