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Imagem: Governo do Estado do Paraná
Fevereiro Laranja alerta para a leucemia no Paraná
Campanha destaca sinais da doença e importância do diagnóstico rápido
Por Redação
18 de Fevereiro de 2026 às 09:53
O mês de fevereiro ganhou a cor laranja no Paraná para chamar atenção para a leucemia, um dos tipos de câncer mais comuns no mundo, e reforçar a necessidade de descobrir a doença o quanto antes. Diferente de outros tumores que formam massas, a leucemia aparece no sangue, o que torna o reconhecimento dos sinais e a busca por atendimento médico fundamentais para o sucesso do tratamento. A mobilização do Fevereiro Laranja tem justamente a missão de desmistificar o tema e incentivar a procura por ajuda logo nos primeiros sintomas.
Segundo o secretário estadual da Saúde, “não existe uma forma comprovada de prevenir a leucemia, mas é possível reduzir os riscos, mantendo hábitos de vida saudáveis, e sempre ficar atento aos sinais, porque a detecção precoce é uma forma de evitar que a doença evolua com gravidade”. A enfermidade começa na medula óssea, onde são produzidas as células sanguíneas, quando glóbulos brancos sofrem uma mutação e passam a se multiplicar de forma descontrolada, ocupando o lugar das células saudáveis e prejudicando imunidade e oxigenação do corpo. Os especialistas explicam que as leucemias podem ser agudas, com evolução rápida e necessidade de tratamento imediato, ou crônicas, que avançam mais lentamente e muitas vezes quase não apresentam sinais no início. Há ainda a diferença entre leucemia linfoide, que atinge células que originam linfócitos, e mieloide, que compromete células responsáveis por glóbulos vermelhos, plaquetas e outros glóbulos brancos.
Os sintomas estão ligados justamente à falta de células saudáveis no sangue e podem aparecer como palidez, cansaço, falta de ar, infecções frequentes com febre, manchas roxas, sangramentos, gânglios aumentados e dores nos ossos. O tratamento avançou muito nas últimas décadas e varia conforme o tipo de leucemia e a idade da pessoa, incluindo quimioterapia, imunoterapia e transplante de medula óssea. Todo o cuidado para leucemia é ofertado gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde, com início na Unidade Básica de Saúde, responsável por encaminhar o paciente para serviços especializados. Em 2025, o Paraná registrou 123 transplantes de medula com doador aparentado, 125 transplantes autólogos (com células do próprio paciente) e 46 transplantes com doador não aparentado, viabilizados por meio do cadastro nacional de doadores de medula óssea.
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