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Imagem: Governo do Paraná
Usina Parigot de Souza passa por modernização de R$ 300 milhões
Copel inicia troca de equipamentos e reforça segurança e desempenho da hidrelétrica em Antonina
Por Redação
12 de Março de 2026 às 11:08
A Copel deu início a uma modernização completa na Usina Parigot de Souza, localizada em Antonina, com investimento de R$ 300 milhões. O pacote inclui a substituição dos principais equipamentos responsáveis por transformar a força da água em energia elétrica, como geradores, bicos injetores, reguladores de tensão e velocidade, sistemas de resfriamento, automatismo, proteção e outros dispositivos que apoiam o funcionamento das turbinas e geradores.]
Também serão trocados os cabos que levam a energia produzida até a subestação da usina, em 230 mil Volts, além da reforma de um transformador. Os novos equipamentos já estão em fabricação, no Brasil e na China, e a previsão é de chegada à usina em maio de 2026.
Segundo o cronograma, a primeira unidade geradora que está sendo desmontada deve voltar a operar até o fim de outubro deste ano, já renovada. Antes dessa etapa, as pontes rolantes da usina — usadas para içar e mover estruturas pesadas — passaram por atualização e testes de desempenho com carga.
“Essa modernização faz parte da estratégia da Copel de investir sempre em inovação e obter o melhor aproveitamento possível dos recursos naturais nas áreas onde atua. É um grande projeto, que contribui para a confiabilidade e desempenho da usina, gerando benefícios para a sociedade, para os clientes, para os acionistas e para a sustentabilidade da empresa”, destaca o diretor-geral da Copel Geração e Transmissão, Rogério Pereira Jorge.
Em operação desde 1970, a Usina Parigot de Souza é a maior casa de força subterrânea do Sul do país, com 260 MW de potência instalada, capacidade suficiente para atender até 750 mil pessoas. A usina tem reservatório em Campina Grande do Sul, a cerca de 50 quilômetros da casa de força, ligação feita por um túnel de 15 quilômetros que leva a água até o interior da serra.
No percurso, a água passa por uma chaminé de equilíbrio, que reduz a pressão nos túneis, e segue por um duto de 1.080 metros até as turbinas, aproveitando um desnível de 750 metros, o que faz a água atingir cerca de 426 km/h antes de gerar energia. Depois de movimentar as turbinas, a água retorna ao rio Cachoeira, solução técnica que já fez a usina ser conhecida como Capivari-Cachoeira, referência aos dois rios usados no processo.
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