“É um momento realmente muito triste por conta dessa ADI, tanto para nós, profissionais que trabalhamos nessa área, mas acho que principalmente para as famílias, porque, se as escolas especializadas realmente deixarem de existir, acho que elas que vão mais sofrer do que nós profissionais: elas, as crianças, os jovens, os nossos adolescentes. Então, é um momento bem triste que a gente está passando. A gente espera que realmente isso não dê continuidade, e que as escolas especializadas permaneçam”, ressalta a professora.
"A gente está organizando, junto com o deputado federal Felipe Francischini, uma ida para Brasília, com o objetivo de reforçar a mobilização iniciada aqui no Paraná. Também percebemos esse movimento na Assembleia Legislativa, de manter uma presença constante na capital federal, para cobrar de quem realmente pode derrubar a ADI 7796, que é um absurdo”, explica.
“A APAE é uma vitória no nosso município e no Paraná como um todo. Com o fechamento das APAEs ou a diminuição dos recursos repassados, haveria um grande prejuízo para as crianças. Elas teriam que ir para onde? Para o ensino regular? Por isso, é muito importante que a gente lute com todas as forças. O propósito que eu vejo hoje, inclusive a necessidade de Paranaguá, seria de dobrar o tamanho da APAE, e não retroceder diminuindo. Essa é a realidade de Paranaguá hoje e essa será a nossa luta: aumentar cada vez mais a capacidade e a aquisição de recursos para as escolas especializadas do município”, pontuou Halleson.